Obra Poética (Volume I) - Ruy Cinatti

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Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: «Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer:

«Sou feliz!
Hoje vibra a poesia até ao fim.»

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Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: «Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer:

«Sou feliz!
Hoje vibra a poesia até ao fim.»

Acerca da obra de Ruy Cinatti, e sobre as reacções que ela provoca em quem a lê, fala-nos Joana Matos Frias, no prefácio a este livro: «Um murro no gosto [do] público. É com certeza aqui que se encontra a razão da resistência e do fascínio, da fuga e da força, da distância e da intimidade que esta obra parece provocar. Porque é difícil encontrar na poesia portuguesa um poeta como Ruy Cinatti, ao mesmo tempo tão introspectivo e tão inteiramente atento ao exterior: uma consciência infeliz transformada em consciência poética vigilante, um poeta "singularmente repartido entre o céu e a terra", na síntese precisa de Luís Amaro, que soube criar uma obra de dimensão ética e estética, activa e contemplativa, social e pura, realista, neo-realista e surrealista, sem qualquer prejuízo da sua coerência interna. Pelo que à entrada e à saída deste livro, o leitor deverá simplesmente alegrar-se com ele e dizer:

«Sou feliz!
Hoje vibra a poesia até ao fim.»

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